Mariana tímida, escondida no vale,
abriga
suas luzes mágicas
seus poetas
seus luares.
Mariana da paixão perene
toca meu peito
coeito da poesia
rola nos seus trilhos
e a bruma dos seus brilhos
gela meu olhar
que vê nada além dali.
Mariana sob a névoa
vela
seus caminhos
seus carinhos
seus afagos
e voa leve no sonho,
pousando nos meus braços.
Debruça em mim, Mariana,
a sina de amar
e viver só.
E Mariana não sorri.
Fonte: www.eliaslayon.com.br
Autor: J. B. Donadon-Leal -Data da publicação no site: 2010-01-20